Nós que fazemos o AABB Caruaru-PE, estamos participando da Capacitação do AABB em Tela onde as oficinas estão estruturadas com base na utilização de situações-problema e as redes de apredizagens, onde nós participantes estamos sendo provocados a desenvolver habilidades para resolve-las, apartir da construção colaborativa da apredizagem.
Com dinâmicas de indetifiicação de práticas positivas de comunicação, laboratório de mídia para construção de ferramentas básicas, laboratório de produção de vídeo com uso de tecnologia populares com câmeras digitais e celulares.
Esta capacitação esta acontecendo nos dias 20 e 21 de Novembro na cidade de Limoeiro-PE com os capacitadores da Casa da Árvore Projetos Sociais, Aluísio Cavalcante e Danielle do Carmo, como também o representante da Fundação Banco do Brasil ,Alenor para nós esta sendo uma grande experiencia e sem contar com a aprendizagem.
AABB Comunidade Caruaru-PE
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
A galega da CADISA - Lendas de Caruaru

No final da década de 1960, surgiu em Caruaru uma bela e loura mulher que acabou levando pânico a todos aqueles que ousassem passar de carro, a partir de certas horas da noite, por um trecho de rua à época pouco movimentado, localizado nas proximidades do estádio do Central, na época o principal time de futebol da cidade.
Na
esquina desse pedaço de rua ficava o prédio de uma revendedora de
automóveis denominada Caruaru Diesel S.A (Cadisa), em frente ao qual
tudo acontecia. Durante o dia, não havia nada de estranho, até
crianças passavam por ali sem nenhum problema. O perigo era trafegar
pela área depois das dez horas da noite.
Veja
como tudo acontecia: quando um carro apontava na esquina, uma bela
mulher, loura de olhos azuis, surgia de repente, supostamente vinda do
interior do prédio da Cadisa que, no entanto, permanecia com todas as
portas fechadas. Se a pessoa que dirigisse o carro fosse uma outra
mulher, a Galega deixava passar. Se fosse um homem, ela pedia carona.
Perto
dali ficava a zona de prostituição de Caruaru e, talvez por isso, a
Galega da Cadisa sempre conseguia caronas. Ela pedia que a deixassem
em sua residência, uma pequena casa no bairro do Salgado, e no caminho
insinuava querer ter um caso amoroso com seus caroneiros. Mas, ao
chagar, se despedia e, de pressa, entrava em casa, dizendo que logo
retomaria o contato.
Os
mais encantados com a Galega (a maioria deles motoristas de táxis)
acabavam não resistindo e, no dia seguinte, iam procurá-la, em
casa. Quem atendia, porém, era um senhor de idade, ferreiro de
profissão, o verdadeiro morador da casa. Ele sabia, sim, que ali havia
morado uma mulher loura e informava que ela morrera fazia vinte anos.
As
primeiras aparições da Galega da Cadisa não tiveram grande
repercussão, até porque os casos eram comentados à boca pequena,
apenas entre alguns motoristas que diziam já ter passado pela
experiência, ou nas rodas-de-bar. Mas, depois que um radialista passou
noticiar os causos no programa policial de uma emissora de rádio de
grande audiência, a estória pipocou na cidade.
Foram
dois anos de muitos causos envolvendo a Galega da Cadisa e seus
pobres pretendentes. Depois, quando a revendedora de automóveis
encerrou suas atividades, nunca mais se ouviu falar da encantadora
loura. Ficaram apenas o mistério em torno daquelas aparições e a
intrigante constatação de que a Galega só saía do prédio para pedir
caronas enquanto ali funcionou uma revendedora de automóveis.
Por
que será que a Galega sumiu depois que o edifício passou a ter outro
uso? Pare essa pergunta, ninguém nunca teve resposta.
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